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Mediação

O conflito é inerente à condição humana. Não é em si positivo ou negativo, fazendo parte de toda espécie de relacionamento, quer familiar, empresarial, social etc. O que poderá determinar o seu desfecho, se bem resolvido ou não, é a forma como é abordado. Quando a comunicação ocorre numa atmosfera de escuta e cooperação, isto propicia mudanças nas percepções e atitudes das pessoas, facilitando a elaboração de soluções consensuais. A mediação oferece esse ambiente, viabilizando benefícios para todos os envolvidos.

 

Muitas vezes o relacionamento não termina com a superação do litígio. Este método possui a estrutura ideal para abordar as relações continuadas. Quando um casal com filhos se separa, extingue-se a conjugalidade, permanecendo o vínculo da parentalidade. É de fundamental importância, que após a separação, os pais  possam continuar desempenhando plenamente suas funções.

 

Outras situações, em que a preservação dos vínculos é de grande valia, diz respeito às empresas familiares, que envolvem duas esferas interdependentes, a empresarial e a familiar. Também inventários e partilhas de bens enquadram-se nesse contexto, podendo ter uma tramitação mais rápida, alcançando melhores resultados para todo o sistema familiar.

 

O papel do mediador é construir essa ponte, como o fio condutor entre  as partes, auxiliando-as a se comunicarem, para que possam refletir sobre os seus interesses comuns e conceberem soluções, que realmente satisfaçam suas necessidades não atendidas.

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